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Mãe diz que um dos suspeitos da morte da filha era amigo de infância
A mãe da adolescente morta em Pio IX, Tatiana Viana, disse que a filha e um dos suspeitos são amigos de infância e que foram criados juntos durante boa parte da vida
Redação | quinta-feira, 13 março , 2025
Tatiana Viana, mãe de Laurinda Maria Fortaleza Delfino, de 15 anos, falou sobre a amizade entre sua filha e um dos suspeitos do assassinato ocorrido em Pio IX, no interior do Piauí. De acordo com Tatiana, a adolescente e o jovem, também de 15 anos, cresceram juntos e foram amigos de infância. Ela ainda afirmou que sua família frequentava a casa onde o crime foi cometido.

O corpo de Laurinda foi encontrado na manhã da última sexta-feira (07) pela dona do imóvel, que é mãe de um dos suspeitos. A investigação policial revelou que a adolescente foi levada até a residência pelo amigo de infância e, no local, encontrou um outro jovem, de 18 anos. Lá, os três teriam discutido e Laurinda foi morta por estrangulamento. A polícia acredita que o crime tenha ocorrido após a vítima ameaçar divulgar nas redes sociais que estava se relacionando com o jovem de 18 anos, um dos suspeitos.
Em entrevista, Tatiana descreveu sua filha como “uma menina muito ativa, muito alegre, que só olhava para você sorrindo. Ela era a alegria da casa.”
Suspeitos identificados e adolescente apreendido
O adolescente que acompanhava Laurinda foi localizado e apreendido pela polícia. Ele estava escondido no banco traseiro de um veículo que deixava Pio IX em direção a Fronteiras. Segundo o terceiro sargento Joelson, do Batalhão de Polícia Militar de Pio IX, o jovem informou detalhes sobre o crime, o que ajudou na identificação do segundo suspeito.
“Ele estava no banco traseiro do veículo e abaixado. Ele foi apreendido e informou quem estava com ele no local e o que teria acontecido. Com essas informações conseguimos identificar o segundo suspeito”, explicou o sargento.
O outro envolvido no crime, que tem 18 anos, chegou a se apresentar à delegacia de Pio IX antes da apreensão do adolescente, mas, na ocasião, não havia evidências suficientes para sua prisão, sendo ele dispensado. No entanto, seu paradeiro é desconhecido e a Polícia Militar realizou diligências na casa de parentes, mas o suspeito não foi encontrado. Até o momento, não há mandado de prisão contra ele.
A investigação continua e a polícia segue em busca de mais informações sobre o caso.
Fonte: Cidade Verde




