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Conselho discute situação do aterro sanitário de Picos

O engenheiro químico, João Antero palestrou fazendo um comparativo de como era antes o aterro e de como se encontra no momento

| sábado, 17 dezembro , 2016

dscn4903Na ocasião em que aconteceu a última reunião do Conselho Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – COMAM do ano, realizada na última quarta-feira, 14/12, o engenheiro químico da Eco-Resíduos, João Antero palestrou sobre a atual situação do Aterro, fazendo um comparativo de como era antes e de como se encontra no momento, além de sua importância para o município de Picos e projetos futuros de reciclagem e tratamento de resíduos. O Aterro Sanitário de Picos está localizado às margens da BR 316, nas proximidades do Povoado Morrinhos.

Os representantes da empresa fizeram uma ampla explanação desde o processo de instalação do Aterro, até sua conclusão para poder funcionar. Vale lembrar que o local só está autorizado pelo órgãos ambientais a receber resíduos Classe II (ou seja, resíduos domésticos e não perigosos).

“Quando a Eco – Resíduos chegou a Picos, os catadores vivam dentro do aterro em condições sub-humanas, expostos a todo tipo de contaminação, haviam muitos problemas, foi quando iniciamos o processo de fiscalização juntamente com a SEMAM, fazendo treinamento com os catadores, foi feito o cadastro, disponibilizado equipamentos de proteção individual para que trabalhassem na legalidade. Houve muitas melhoras, mais ainda falta a energia elétrica e água potável, e pedimos que o Conselho também se manifeste nessa luta para conseguirmos esses dois itens de grande importância para o aterro”, disse Anterosem-titulo

Para o secretário de meio ambiente, Gláuber Silva, o aterro foi uma evolução para a cidade Picos. “Há alguns anos atrás a cidade tinha um lixão a céu aberto no bairro Altamira, e todas as noites esse lixo era queimado, o que gerava grandes transtornos além de problemas de saúde pela inalação da fumaça, então hoje não podemos dizer que está muito bom, contudo houve melhora considerável se comparado ao estágio que tínhamos há quatro anos atrás”, pondera.