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Ciro diz que prisão de Lula é “erro grave” e dividirá o país

“Triste, erro grave, só vai servir para dividir mais o país”, disse o senador que está em Floriano cumprindo agenda partidária

| sexta-feira, 6 abril , 2018

O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, se manifestou na noite desta quinta-feira (5) sobre o pedido de prisão do ex-presidente Lula feito pelo juiz Sérgio Moro. O senador classificou o fato como “erro grave” e com consequências para o país.

“Triste, erro grave, só vai servir para dividir mais o país”, disse o senador que está em Floriano cumprindo agenda partidária.

Para Ciro, as consequências por uma divisão ainda maior do país são “imprevisíveis”. Lula terá até às 17h de amanhã (6) para se apresentar à Polícia Federal de Curitiba.

A medida foi tomada após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou quarta-feira (4) um habeas corpus protocolado pela defesa para mudar o entendimento firmado pela Corte em 2016, quando foi autorizada a prisão após o fim dos recursos naquela instância. Lula foi condenado a 12 anos e um mês na ação penal do tríplex do Guarujá (SP), na Operação Lava Jato.

Sérgio Moro também determinou à Polícia Federal que não sejam utilizadas algemas em “qualquer hipótese”. O juiz também determinou que Lula terá direito a cela especial.

“Esclareça-se que, em razão da dignidade do cargo ocupado, foi previamente preparada uma sala reservada, espécie de Sala de Estado Maior, na própria Superintência da Polícia Federal, para o início do cumprimento da pena, e na qual o ex-presidente ficará separado dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física”, diz o mandado de prisão.

Na decisão, Moro explicou que, embora caiba mais um recurso contra a condenação de Lula, os chamados embargos dos embargos, a medida não poderá rever os 12 anos de pena.”Não cabem mais recursos com efeitos suspensivos junto ao Egrégio Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Não houve divergência a ensejar infringentes. Hipotéticos embargos de declaração de embargos de declaração constituem apenas uma patologia protelatória e que deveria ser eliminada do mundo jurídico. De qualquer modo, embargos de declaração não alteram julgados, com o que as condenações não são passíveis de alteração na segunda instância”, explicou.

Hérlon Moraes (Com informações da Agência Brasil)
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