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Permanência de Socorro Moura na Saúde frustra governistas

A mudança na Saúde com a posse do vereador “Chaguinha” resolveria uma série de dor de cabeça para o Padre Walmir

| terça-feira, 23 janeiro , 2018

Resultado de imagem para socorro mouraApós Socorro Moura ensaiar que deixaria a Secretaria de Saúde de Picos (PI), inclusive ela chegou a se despedir de funcionários, todos estavam certos da mudança na pasta, que tem sido o “calcanhar de Aquiles” da gestão do Padre Walmir Lima (PT), com constantes atrasos de salários, deficiência no atendimento médico e problemas no SAMU, que tem gerado protesto de servidores e reclamações dos usuários.

Resultado de imagem para edilson carvalhoMas depois de demoradas reuniões, o vice-prefeito Edílson Carvalho (PTB), esposo da secretária, bateu o pé e se negou a entregar o comando da Saúde. Edílson tem se mostrado insatisfeito com o espaço na gestão petista. Ele e o PTB indicaram juntos em torno de sete cargos importantes, número considerável ao analisar o tamanho da base governista, mas mesmo assim, o vice-prefeito deseja uma maior participação com novas indicações.

Resultado de imagem para padre walmirA mudança na Secretaria de Saúde com a posse do vereador Francisco das Chagas de Sousa, o “Chaguinha” (PTB), o mais cotado, resolveria, por enquanto, uma série de dor de cabeça para o Padre Walmir Lima. Em primeiro lugar, daria uma resposta ao bombardeamento de denúncias e reclamações sofrido pela Saúde, que tem “queimado” e muito a gestão; abriria vaga na Câmara para a suplente Creusa Nunes, agradando o PMDB; e por último, a posse de “Chaguinha” provocaria também mudança na Secretaria de Cultura, onde Marília Bezerra, esposa do parlamentar, daria espaço para uma indicação da vereadora Dalva Mocó (PTB), que tem se sentido desprestigiada sem indicações de cargos importantes.

Resultado de imagem para francisco das chagas chaguinha vereadorO vereador “Chaguinha” não esconde, que caso o cavalo passe selado, ele montará sem titubear, mas a mudança, que por enquanto foi postergada, depende do acerto entre vários caciques que encaram a Saúde como uma peça do xadrez das eleições 2018.

Fotos: José Maria Barros