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Deputado cobra empenho para manter o 3°BEC em Picos

"São mil empregos diretos, são R$ 4 milhões que circulam todos os meses na economia da região", justifica Tadeu Maia

| terça-feira, 4 fevereiro , 2014

O deputado Tadeu Maia (PSB) voltou a cobrar hoje (04), em seu primeiro pronunciamento deste ano na Assembleia Legislativa, empenho dos deputados federais e senadores do Piauí para que o 3° Batalhão de Engenharia e Construção permaneça em Picos.

Segundo ele, a situação agora está mais grave do que no ano passado, pois o comandante do 1º Grupamento de Engenharia do Exército, general de brigada Carlos Alberto Maciel Teixeira, esteve recentemente em Picos e confirmou os estudos para a transferência do batalhão.

Tadeu Maia defende a união da classe política em torno da causa - Foto: Ascom

Tadeu Maia defende a união da classe política em torno da causa – Foto: Ascom

“Eu conclamo à bancada federal, ao vice-presidente Michel Temer, à presidente Dilma Rousseff, para que seja agilizada uma audiência no Ministério da Defesa para que este tema seja tratado. Não podemos ficar calados diante de um fato tão grave. Eles alegam que o Piauí tem dois BECs e o Tocantins está fazendo uma pressão política muito grande para que Palmas receba o batalhão. São mil empregos diretos, são R$ 4 milhões que circulam todos os meses na economia da região”, afirmou.

Em aparte, a deputada Belê Medeiros (PSB) disse que embora Tadeu Maia tenha sido o primeiro a trazer o tema à Assembleia, é importante que todos participem desta luta, pois o 3° BEC é crucial para o desenvolvimento de toda aquela região. “A gente sabe que aconteceu um esvaziamento do BEC. Praticamente não existem obras na região, mas em outros estados, inclusive no Tocantins. O batalhão veio para Picos porque a cidade fica numa posição geográfica estratégica. Era a época da construção da BR 316, a Transamazônica, por isso o batalhão veio”, frisou.

Retomando a palavra, Tadeu Maia disse que o general de brigada informou que a saída do BEC, se confirmada, será no prazo de cinco anos. Mesmo assim, será implantado um batalhão de infantaria no mesmo local. “Do mesmo modo que serão cinco anos para a saída do BEC serão outros cinco anos para a chegada do outro. Picos não pode ficar dez anos para voltar a ser o que é hoje”, frisou.

Também em aparte, o deputado Henrique Rebelo (PT) sugeriu que todos os parlamentares deveriam assinar um documento pedindo uma audiência no Ministério da Defesa para que o caso seja exposto. “Vou pedir ao senador Wellington Dias e ao governador Wilson Martins que intercedam nesse caso. Vamos ver onde podemos chegar”, frisou.

Reportagem Durvalino Leal