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Câmara aprova projeto que institui a meia passagem

De autoria do Executivo projeto de lei foi aprovado em duas votações e agora segue para sanção do prefeito Padre Walmir Lima

| sexta-feira, 20 maio , 2016

Com as galerias lotadas de estudantes, a Câmara Municipal de Picos aprovou na noite desta quinta-feira, 19, projeto de lei do Executivo que institui a meia passagem estudantil. A matéria segue agora para a sanção do prefeito, Padre José Walmir de Lima (PT).Câmara aprova projeto da meia passagem estudantil.

Diferente das duas sessões anteriores quando os estudantes protestaram em plenário, desta feita os trabalhos seguiram tranquilos até que a matéria fosse posta em votação. Por conta de um acordo celebrado na última terça-feira, 17, o projeto de lei foi aprovado por unanimidade em duas votações.

Após a aprovação da matéria os estudantes comemoraram e deixaram o plenário da Câmara Municipal de Picos com a sensação de vitória. Dos quinze vereadores com assento na casa, apenas Antônio Afonso Santos Guimarães (PMB) não compareceu à sessão.Estudantes acompanham a sessão.

Cumprindo o que fora acordado na última terça-feira em reunião entre os representes dos estudantes e os vereadores, o projeto foi aprovado com algumas emendas. Foram feitas alterações nos pontos mais polêmicos e que estavam gerando impasse para a aprovação da matéria.

Alterações

Uma das alterações no texto foi no ponto em que trata sobre o benefício da meia passagem. Foram enumeradas as entidades que poderão expedir carteirinhas de estudantes no município de Picos.Presidente da Câmara comemora aprovação do projeto.

O presidente da Câmara Municipal de Picos, Hugo Victor Saunders Martins (PMDB), comemorou a aprovação do projeto. “Após um diálogo entre as partes chegou-se a um consenso e esta casa aprovou uma lei que vai beneficiar a todos os estudantes, independente de qual instituição ele esteja matriculado” – ressaltou.

Para Hugo Victor, a polêmica que vigorou nas duas sessões anteriores serve como experiência para a Câmara Municipal de Picos. Segundo ele, isso é uma prova de que nesses casos é preciso que se discuta ao máximo o assunto para que a lei aprovada em plenário seja a mais justa possível.

Reportagem José Maria Barros