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PSOL nega divergências com a Rede e remarca convenção
O adiamento da convenção estadual ocorreu apenas por questões de logística e a nova data já foi definida para a próxima sexta-feira, dia 31
Redação | sexta-feira, 24 julho , 2026
O pré-candidato do PSOL ao Governo do Piauí, Professor Gisvaldo Oliveira (PSOL), negou nesta sexta-feira (24) que existam divergências entre o partido e a Rede Sustentabilidade na definição da chapa majoritária da Federação PSOL-Rede. Segundo ele, o adiamento da convenção estadual ocorreu apenas por questões de logística e a nova data já foi definida para a próxima sexta-feira, dia 31.

A convenção, que estava prevista para esta sexta-feira (24), foi remarcada após decisão da Executiva Estadual do PSOL. De acordo com Gisvaldo, todas as candidaturas da legenda já estão definidas.
“Não houve nenhum motivo extraordinário, apenas algumas questões de logística. Decidimos ontem, em reunião da Executiva Estadual do nosso partido, que a convenção será realizada na próxima sexta-feira, dia 31”, afirmou.
O pré-candidato informou que a chapa contará com seu nome para o Governo do Estado, Lenin Pinho como candidata a vice-governadora e Francinal do Leão como candidato ao Senado, além das chapas proporcionais para deputado estadual e federal.
Ao comentar o diálogo com a Rede Sustentabilidade, Gisvaldo afirmou que a composição da federação respeita a representatividade de cada partido e descartou qualquer conflito interno.
“Nós somos o partido majoritário dentro da federação, portanto nos cabe ocupar a maior parte das candidaturas. Da mesma forma, cabe à Rede ocupar o seu espaço. A Rede apresentou o nome do professor Manuel Domingos, que sempre acolhemos desde o início, e também poderá indicar candidaturas proporcionais. Cada partido ocupa devidamente o seu espaço segundo a sua representatividade”, declarou.
Críticas ao governo e à oposição
Durante a entrevista, Gisvaldo voltou a defender que a candidatura do PSOL representa uma alternativa à disputa polarizada entre governo e oposição no estado. Segundo ele, o partido pretende apresentar um projeto voltado às demandas dos trabalhadores.
O pré-candidato também criticou a gestão do governador Rafael Fonteles (PT), afirmando que o governo adota uma política de privatizações. Entre os exemplos citados, mencionou a concessão dos serviços de água e esgoto e a gestão de hospitais regionais.
Segundo Gisvaldo, uma das principais propostas do plano de governo será a reversão das privatizações. “Entendemos que o Estado deve ser o agente promotor das políticas públicas de garantia de direitos”, afirmou.
Fonte: Cidade Verde




