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PSL homologa candidatura de Fábio Sérvio ao governo

A convenção aconteceu na Câmara Municipal de Teresina com a presença da militância e dos simpatizantes dos partidos

| domingo, 5 agosto , 2018

A convenção estadual do PSL homologou neste sábado (4) a candidatura de Fábio Sérvio ao Governo do Piauí nas eleições 2018. A chapa está fechada com o candidato a vice do PROS, o coronel Carlos Pinho. Ao Senado Federal, os nomes são Elizeu Aguiar (PSL) e Antônio José Lira (PSL). A convenção aconteceu no plenarinho da Câmara Municipal de Teresina com a presença da militância e dos simpatizantes dos dois partidos.

Fábio Sérvio disse que o Estado não funciona por causa do desvio de finalidade e desvio de recursos e defendeu uma auditoria nas contas públicas se eleito.

“Qualquer um que chegar ao Karnak, o primeiro passo é iniciar um processo de combate à corrupção nesse estado e que envolva todas as esferas. A primeira proposta é fazer uma grande auditoria que englobe pelo menos 20 anos das contas públicas do Piauí”, afirmou.

O candidato também disse que o legislativo estadual gasta 9 milhões de reais em verba indenizatória, o que poderia ser evitado. “É preciso requalificar isso. Dinheiro não falta, o que falta é prioridade. Ninguém é salvador da pátria e estamos vindo com projetos firmes”, declarou, ressaltando ainda que há 2 anos sofre perseguição como empreendedor e jornalista.

Elizeu Aguiar reforçou o discurso que a chapa surgiu no sentido de ser uma alternativa de voto aos eleitores no Piauí.

“A nossa intenção é levar nos debates o enriquecimento de ideias e propostas para que possamos elevar o grau de administração do estado do Piauí, que tem sendo o ‘patinho feio da história’. Estamos muito felizes com essa chapa que vem como opção para ser avaliada por todos os piauienses”, disse.

Aguiar ressaltou a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República. “Ele possui ideias firmes e fortes. Esse Brasil precisa retomar a ordem. Na bandeira do Brasil tem Ordem e Progresso, e acredito que não há progresso sem ordem. E nós vamos levantar essa bandeira no Piauí”.

Para Carlos Pinho, a chapa nasceu com a indignação da sociedade com relação aos últimos casos de corrupção no Brasil.

“Essa é uma via de opção para a sociedade de que é possível fazer diferente, gerir a administração pública em que a vontade popular e a prestação de serviços não seja trocada por favores pessoais e com essa gama de corrupção”, declarou.

Fonte: Cidade Verde