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Deputada declara que saída do PT do governo foi “truculenta”

Segundo a petista Rejane Dias, o governador Wilson Martins tinha dito que não queria que o PT saísse da base.

| quarta-feira, 8 janeiro , 2014

A deputada estadual Rejane Dias (PT) declarou que a saída dos petistas do Governo do Estado foi “truculenta”. Em entrevista A TV da capital nesta quarta-feira (8), a parlamentar criticou o fato das exonerações terem ocorrido logo depois do Natal.

“Wilson [Martins, PSB] já tinha dito que não queria que o PT saísse da base. E isso foi depois do anúncio da candidatura de Eduardo Campos e depois que o PSB deixou o governo a nível federal. Nós do PT fizemos uma reunião e dissemos ao governador que ele ficasse à vontade. Nunca criamos dificuldade para aprovar projetos dele que beneficiasse o Piauí. Mas, de repente, em pleno Natal, as pessoas ficam desempregadas, exoneradas, sem nenhuma ligação, sem nada”, argumentou a petista.

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Rejane considera que este seja o momento para discutir as eleições, mas alfinetou o governador, que, segundo ela, já falava sobre o assunto e tomava decisões desde o ano passado.

“Ele dizia que não tratava de eleições em 2013, mas tratava. Sempre falava quem poderia ser seus candidatos. Em São João do Piauí, minha cidade, ele anunciou que o Zé Filho seria seu candidato ao governo. O senador [Wellington Dias, PT] não poderia ficar parado. O tom foi dado. Cada partido agora vai buscar trabalhar suas estratégias”, afirmou.

Projetos

Rejane Dias foi considerada a deputada mais atuante da Assembleia Legislativa do Piauí, já tendo apresentado 100 projetos. Entre os projetos de maior destaque, a parlamentar destaca a cota de 10% para portadores de deficiência em estágios de empresas terceirizadas.

“Outro projeto dispõe sobre a cota de 10% das vagas para portadores de deficiência que queiram ingressar na Universidade Estadual do Piauí [Uespi]. Mas, infelizmente, foi vetado pelo governador e agora vou voltar a insistir nisso. Também queremos a gratuidade nos ônibus urbano para desempregados. Nesse caso, o Fundo de Combate à Pobreza do Piauí custearia o transporte nos três primeiros meses de desemprego do trabalhador”, pontuou.

Reportagem: Jordana Cury/cidadeverde.com