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Seminário debate sobre o combate ao trabalho infantil

O evento foi realizado pela Prefeitura, através da Secretaria do Trabalho e da Assistência Social, por meio do programa Apeti

| quinta-feira, 21 junho , 2018

A Prefeitura de Picos, através da Secretaria do Trabalho e da Assistência Social (SEMTAS), por meio do programa Apeti, realizou na manhã desta quarta-feira,20, o Seminário de Combate ao Trabalho Infantil. O evento foi realizado no plenário da Câmara Municipal.

A coordenadora do programa Apeti, Karleide Sousa, destaca a necessidade da conscientização da sociedade para que possa combater a exploração do trabalho infantil.

“Durante todo o ano são desenvolvidas atividades visando a conscientização da população, para isso levamos o tema exploração do trabalho infantil para dentro das escolas municipais, ações no serviço de convivência e fortalecimento de Picos”, disse a coordenadora.

Ainda conforme Karleide Sousa, quando se explora as crianças, em conjunto os prejuízos virão para sociedade “O futuro da criança estará condenado quando os pais, ou até mesmo, terceiros induzem e obriga as crianças a trabalharem, pois ela não vai a escola, adoece, não tem vida própria e isso tudo afetará diretamente a sociedade”, pontua.

O que pode ser considerado como exploração trabalho infantil?

Segundo a procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT), Pollyanna Sousa Costa Torres, “O trabalho só é permitido como aprendiz a partir dos 16 anos de idade, ou seja, antes disso é considerado como exploração do trabalho infantil”, disse a procuradora.

A procuradora ainda destaca as medidas preventivas que devem ser tomadas: “Através das denúncias qualquer pessoa pode fazer a rede de proteção ao combate a exploração do trabalho infantil, e a própria conscientização da população em não contratar ou não explora-las”, concluiu.

De acordo com Pollyana Torres, podem ser feitas denúncias anônimas, sigilosas e identificadas para combater a exploração do trabalho infantil podem ser feitas através do telefone disque 100, como também pelo site da Procuradoria Regional do Trabalho da 22ª Região.