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Em 12 anos, SAMU realizou mais de 57 mil atendimentos

Ao mês, o serviço soma uma média de 400 atendimentos, entre emergências cardiológicas, neurológicas, respiratórias e traumáticas

| sexta-feira, 29 junho , 2018

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atua em Picos há 12 anos, com uma média de 10 a 12 atendimentos de urgência e emergência por dia, com assistência qualificada à saúde da população picoense. Ao mês, o serviço soma uma média de 400 atendimentos, entre vítimas de emergências cardiológicas, neurológicas, respiratórias e traumáticas, e aproximadamente 57.600 ao longo desses 12 anos.

Entre os picoenses que já utilizaram o serviço, o estudante Wesley Monteiro, 22 anos, precisou em 2014 e ficou satisfeito com o atendimento. “Eles me atenderam muito bem. Não me lembro de muita coisa do acidente, mas me recordo de uma enfermeira do SAMU que foi super legal comigo, cuidou muito bem de mim e de meus amigos”, relembra Wesley.

Quem também precisou foi Sandra Costa, que trabalha de forma autônoma. Ela precisou do Serviço de Atendimento Móvel de Saúde e elogia o trabalho da equipe. “O atendimento foi rápido, fui muito bem atendida e os profissionais são muito competentes”, conta Sandra.

O SAMU conta com 37 funcionários para melhor suprir as necessidades dos cidadãos de Picos. São oito condutores, nove técnicos, seis médicos, sete enfermeiros, quatro rádio-operadores, um auxiliar de serviço gerais e dois vigilantes. Eles também possuem quatro veículos, sendo eles uma Unidade de Suporte Básico (USB), uma Unidade de Suporte Avançado (USA), uma reserva técnica e uma Motolância.

De acordo com o coordenador geral do serviço Jackson Martins, a divisão das equipes para o procedimento necessário é feita a partir das escalas de plantão. Os grupos se revezam entre escalas básicas e avançadas, isso no quadro dos condutores e técnicos. Já no quadro dos médicos e enfermeiros se alternam na escala avançada.

“A importância do SAMU para a população é crucial. É o ponto de entrada no SUS (Sistema Único de Saúde). Sem o SAMU quem iria fazer o resgate? Você pega de 12 anos para trás e se pergunta como esses pacientes chegavam até o hospital. O atendimento que é feito hoje nas casas de saúde nós já fazemos na rua, é o que chamamos de pré-hospitalar. É o primeiro atendimento que podemos dar a vítima, estabilizando até chegar no pronto-socorro”, ressalta.

Reestruturação do SAMU

Ainda segundo o coordenador geral do SAMU, a sede da instituição já passou por diversas melhorias durante esses 12 anos. “Podemos citar a reestruturação da base, o aumento do quadro técnico com a chamada dos concursados, o ganho de uma ambulância nova e já tem outra para receber, o processo de habilitação que está sendo terminado, a implantação da rádio comunicação e também em relação a transferência, pois alguns pacientes graves precisam ser removidos para hospitais de maior complexidade e o SAMU já está prestando esse serviço também”, relaciona Jackson.

Na última reforma feita no prédio do SAMU parte da iluminação de emergência foi reformada, foram feitos locais específicos para o armazenamento de oxigênio e lixo contaminado, foi feito o Dic para a desinfecção, terminal da ambulância e foi feita uma reforma geral da base, melhorando os encanamentos, eletricidade, limpeza de ar condicionado, dentre outros.

“Faz quatro anos que estou no SAMU, tem as melhorias, mas como todo serviço hospitalar ou pré-hospitalar, as diretrizes mudam. Então a gente tem que estar se atualizando. Estamos caminhando para o caminho certo, mas ainda tem muito o que aprender”, finaliza Jackson Martins.