Atividades do Janeiro Roxo combatem hanseníase

Cada PSF de Picos durante esse mês, vai tirar um dia para falar sobre a hanseníase, ou fazer campanha, ou busca ativa

/ quarta-feira, 9 janeiro , 2019

A Secretaria Municipal de Saúde, através da Coordenação de Controle a Hanseníase, realizará atividades no Janeiro Roxo, que é o mês destinado a ações de combate a Hanseníase. Segundo o Coordenador de Controle a Hanseníase Gilberto Valentim, serão realizadas atividades durante todo o mês nas Unidades de Saúde, e no dia 31 de janeiro, que é o dia de combate a Hanseníase, será realizada uma atividade educativa em praça pública.

“Cada PSF durante esse mês, vai tirar um dia para falar sobre a hanseníase, ou fazer campanha, ou busca ativa, ou controle de contato, vai ter uma atividade durante esse mês no PSF. E no dia 31 faremos uma atividade educativa em praça pública” disse o coordenador.

A Hanseníase é uma enfermidade infecciosa, causada pela bactéria Mycobacterium Leprae, daí o nome Lepra. Sua transmissão ocorre por meio do contato direto entre uma pessoa com um portador do bacilo que não esteja em tratamento. É uma doença dermatológica, porém, sua transmissão pode ainda acontecer através de gotículas advindas do nariz ou saliva de pessoa contaminada. Sendo que não há contaminação da doença pelo contato com a pele de um paciente.

Os principais sintomas são manhas esbranquiçadas ou avermelhadas em qualquer parte do corpo, perca de sensibilidade, sensação de formigamento, de ardência, queimação na pele, engrossamento em torno dos nervos dos braços e das pernas.

Segundo o Coordenador de Controle a Hanseníase Gilberto Valentim, se encontrar qualquer sintoma relacionado a Hanseníase, procurar um posto de saúde. “Em Picos todas as Unidades Básicas de Saúde foram treinadas e capacitadas para fazer o diagnostico da Hanseníase, se tiverem alguma dificuldade, o paciente será encaminhado para o Posto Assistência Médica (PAM) que é centro de referencia, para fechar o diagnostico e dar a contra referência para fazer o tratamento na sua unidade” disse o coordenador.

Ainda segundo o coordenador, a doença tem cura e o tratamento é 100% gratuito, podendo levar de seis meses até um ano.

Segundo o Coordenador de Controle a Hanseníase Gilberto Valentim, até o ano de 2015, Picos e região tinha uma média de 100 casos de Hanseníase por ano, e até 2018, foram diminuídos 30% do numero de casos na macrorregião, diminuindo de 100 para 70 casos detectados. Ainda segundo o coordenador, desses 70 casos, apenas 34 casos são da cidade de Picos, reduzindo 10% dos casos na cidade.

“Isso agente atribui aos serviços que agente tem feito, como treinamentos, capacitação, pesquisa operacional, busca ativa de casos, visitas domiciliar, que tudo isso impacta na qualidade do serviço e da mais capilaridade na Atenção Básica para encaminhar e referenciar os casos para nós” disse o coordenador.

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